ALA (Academia de Letras Andradense) é inaugurada

Em uma tarde impregnada de emoção, cultura e elevado espírito de confraternização, a Academia de Letras Andradense (ALA) foi solenemente inaugurada em 22 de fevereiro de 2026, data magna do aniversário de Andradas, no Teatro Municipal José Stivanin. A cerimônia congregou escritores, convidados, familiares e confrades, que celebraram um marco auspicioso para a vida cultural do município.

A idéia da criação de uma academia literária germinou entre os escritores Tiago Modesto e Elias Claro Batista, movidos pelo nobre propósito de instituir um sodalício dedicado à exaltação das letras. Após a elaboração do projeto inaugural, quatorze membros fundadores assumiram, com honra e responsabilidade, suas respectivas cadeiras, tornando-se os esteios da novel instituição.

“A ALA nasce hoje, 22 de fevereiro de 2026, trazendo consigo a experiência de 47 anos. Na verdade, mais do que uma inauguração, vivemos a retomada de um trabalho iniciado em 17 de fevereiro de 1979, fruto do empenho de Sebastião Roberto de Campos, que, à época com 34 anos de idade, inspirado pela Academia Campinense de Letras, fundou a então Academia de Letras de Andradas”, declarou Elias Claro Batista, jornalista e presidente da ALA.

A solenidade evidenciou o papel da Academia como guardiã das letras, da memória histórica e da produção intelectual andradense. Em seus pronunciamentos, os fundadores enfatizaram que a ALA nasce investida da missão de valorizar os escritores, fomentar o hábito da leitura e promover iniciativas que robusteçam e perpetuem a cultura local.

Familiares e representantes da imprensa acompanharam, com reverência, as homenagens prestadas ao escritor Sebastião Roberto de Campos, que passa a ocupar a cadeira de número 1, em reconhecimento à sua dedicação pioneira. O ambiente foi marcado por legítimo orgulho e renovada esperança, simbolizando o alvorecer de uma nova etapa para a literatura e para o movimento cultural da cidade.

Com a investidura formal de seus membros e a consolidação de suas cadeiras, a Academia de Letras Andradense passa a integrar, de modo perene, o cenário cultural regional, com o propósito inequívoco de cultivar, preservar e engrandecer as letras. A expectativa dos confrades é que a instituição floresça com vigor e deixe um legado duradouro às gerações vindouras, como farol de cultura, erudição e identidade.


Conheça os membros da ALA, suas cadeiras e patronos

Cadeira nº 1
Sebastião Roberto de Campos
Patrono: Ulysses Guimarães

Cadeira nº 2
Elias Claro Batista
Patrono: Ariano Suassuna

Cadeira nº 3
Tiago Modesto
Patronesse: Nilza Alves Pontes Marques

Cadeira nº 4
Juliano Cézar Sasseron
Patrono: Ziraldo

Cadeira nº 5
Régis Alexandre Hipólito
Patrono: Luis Fernando Verissimo

Cadeira nº 6
Raquel Neves
Patrono: Machado de Assis

Cadeira nº 7
Diego Gonçalves Marques Rezende
Patrono: Jorge Amado

Cadeira nº 8
Leonardo Piana Jordão Ribeiro
Patrono: Caio Fernando Abreu

Cadeira nº 9
Olimpio Roberto Vieira da Silva
Patrono: Augusto Boal

Cadeira nº 10
Laís Barros Martins
Patronesse: Zenaide Stivanin Galhardo

Cadeira nº 11
Frederico Armando Teixeira Braga
Patronesse: Isolde Helena Brans

Cadeira nº 12
José Antônio Conti Júnior
Patrono: Graciliano Ramos

Cadeira nº 13
Paulo David de Paula
Patrono: Guimarães Rosa

Cadeira nº 14
Vanessa Cazarotto de Oliveira
Patronesse: Cecília Meireles

ALA Academia de Letras Andradense é inaugurada
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