Bolsonaro no PSL, ele será presidente?

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Jair Bolsonaro no PSL, ele será presidente? Esta pergunta falamos no vídeo a seguir. Em frente ao Congresso Nacional um boneco inflável gigante vestindo terno com gravata e fazendo sinal de continência estava instalado. Dentro de um dos plenários da Câmara, quase 200 pessoas se amontoam para assistir a um anúncio do personagem que inspirou aquele boneco. O protagonista da noite era o deputado federal de extrema direita Jair Messias Bolsonaro, que anunciava o seu desligamento do PSC, a sua filiação ao PSL e dava o pontapé inicial em sua plataforma eleitoral rumo à Presidência da República.

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Os convertidos que estavam na filiação do presidenciável, que ora o chamavam de presidente, ora o chamavam de mito. Defendeu o armamento da população. Pediu ajuda para eleger a “bancada da metralhadora”. Reconheceu que não entende de economia. Disse não ser homofóbico ou racista. Garantiu que jamais se sentará em qualquer mesa de negociação com partidos de esquerda, como PT, PSOL e PCdoB. E repetiu alguns de seus pensamentos que tanto ecoam nas redes sociais e garantiram a ele a segunda colocação nas pesquisas até o momento.

 

Quem é o Messias Bolsonaro?

Jair Messias Bolsonaro (Campinas21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Cumpre atualmente o seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista (PP) Nas eleições gerais de 2014, foi o deputado federal mais votado do estado do Rio de Janeiro com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos). Em 2017, foi considerado pelo instituto FSB Pesquisa o parlamentar mais influente nas redes sociais.[5] Em janeiro de 2018, anunciou sua filiação ao Partido Social Liberal (PSL), o nono partido político de sua carreira.

Além dele, seu irmão Renato Bolsonaro e três filhos seus também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro pelo PP), Flávio Bolsonaro (deputado estadual do RJ pelo PSC) e Eduardo Bolsonaro (deputado federal de São Paulo também pelo PSC).

Tornou-se conhecido nacionalmente por suas posições nacionalistas e conservadoras, pelo apoio à ditadura militar (1964-1985) e por críticas à esquerda,[12][13] por ter considerado a tortura uma prática legítima por posições contrárias aos direitos LGBT[16][17][18] e por várias outras declarações controversas, as quais lhe renderam cerca de 30 pedidos de cassação[15] e três condenações judiciais desde que foi eleito deputado em 1989.[19][20][21] Suas posições políticas geralmente são classificadas como alinhadas aos discursos da extrema-direita.

 

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