Unifeob apresenta fazenda de insetos comestíveis

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João Otávio e Tiburcio estiveram no Studio46 para participar do PODCAST Veja Isso Agora apresentado pelo jornalista Elias Batista. A Unifeob mais uma vez está sendo pioneira em projetos. Desta vez, a novidade é a BioFábrica, uma fazenda de insetos destinada à sustentabilidade. Veja Isso Agora nesta quarta-feira as 20hs no Yotube.


O projeto teve início quando João Otávio Bastos, executivo de Redes e Parcerias na UNIFEOB, fazia um curso na França. Durante as atividades foi apresentada uma nova forma de proteína animal originalizada em Singapura.

Localizada em uma ilha e com a preocupação de suprir a alimentação, o país gerou a produção da fazenda vertical. A ideia era a produção em grande quantidade sem a necessidade de usar muito espaço.

De acordo com João Otávio, além da nova forma de produção, o surpreendente é a grande quantidade de proteína produzida pelos insetos. “Desde a palestra, essa informação ficou na minha cabeça que um dia eu precisava plantar isso, pois com certeza esse vai ser o futuro da alimentação. A ideia não é substituir, mas sim complementar algo que possa suprir a população do nosso país”.

Foi então, que ele junto a Unifeob deram início a produção de insetos em São João da Boa Vista. O diferencial é a redução de espaço, água, resíduos e gás, já que para produzir um quilo de proteína animal são utilizados 10 mil litros de água e para um quilo de inseto é necessário apenas um litro de água.

Além da redução, podemos fazer a comparação em relação à proteína. Em um determinado peso, a larva contém duas vezes mais proteínas do que a carne do boi.

O projeto da Unifeob conta com estudantes dos cursos de engenharia agronômica e ciências biológicas que acompanham desde o início do processo de reprodução até o abate.

De acordo com os estudantes, para concluir todo o processo de nascimento das larvas à fase adulta são necessários de dois a três meses.
A partir desta fase, os insetos são divididos, alguns vão para o abate e outros para reprodução para início de novo processo.

Os destinados ao abate são revertidos em diversos produtos como ração e petisco animal, cosméticos, adubação entre outros. O consumo humano ainda não está autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas as pesquisas apontam que logo será legalizado.

 

 

 

 

 

 

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